quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Aniversário FERGS

                                                                                                                     

Parabenizamos a Federação Espírita do Rio Grande do Sul pelos 95 anos de atividades na prática do bem e na divulgação da Doutrina Espírita. Que todos da direção, funcionários, trabalhadores voluntários e frequentadores sintam-se homenageados e motivados a darem sequência a esse belo e importante trabalho.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Inscrições para o estudo da Doutrina Espírita


ATENÇÃO 

- Inscrições não serão feitas por telefone;
- Os coordenadores do Estudo estarão esclarecendo qualquer dúvida na hora da inscrição.



segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Homenagem ao Frei Fabiano de Cristo pela data de seu nascimento


Fabiano de Cristo nasceu em 8 de fevereiro de 1676, em Soengas, norte de Portugal. Conforme o costume católico de dar-se às crianças o nome do santo em cujo dia nascem, o menino recebeu, na pia batismal, o nome de João. A infância de João Barbosa foi simples. Família pobre, cinco irmãs. Tomava conta do pequeno rebanho de ovelhas do pai. Trabalhava de sol a sol, dormia muito cedo, acordava com a aurora.
Ninguém sabia ler na aldeia. Foi o padre quem lhe ensinou as primeiras letras e as primeiras contas.
João alcançou a adolescência, a idade dos sonhos e aspirações. Parece que despontou no rapaz o desejo de restabelecer a antiga nobreza dos antepassados. Mas não seria em Soengas que isso poderia acontecer.
Por isso, a cidade do Porto, cheia de vida, a três horas de caminho, atraiu sua atenção. Para lá se dirigiu e passou a trabalhar. O emprego de João era ligado ao movimento do cais. Um amigo de seu pai estava nos negócios, enviava linguiças, vinhos e conservas para as colônias portuguesas.
No final do século XVII, a novidade mais ambiciosa que os marinheiros traziam a Portugal era a descoberta abundante do ouro em Minas Gerais. Conseguiu dois sócios e com eles partiu de Portugal para os sonhos do Brasil.
Aportou João na cidade do Rio de Janeiro, mas fixou residência na Vila de Parati, porta de entrada para as minas. Tornou-se negociante da carreira das minas. Suas atividades estavam relacionadas ao comércio, importação e exportação, que ele conhecia bem, em função de suas experiências na cidade do Porto. Em poucos anos, João já estava senhor de pequena fortuna.
Com 28 anos de idade, fazia parte da Irmandade do Santíssimo Sacramento, Vinculara-se ao pároco da Paroquial Igreja da Vila de Parati. Muito devoto das almas do purgatório, conseguiu erguer a Irmandade da Boa Morte. Longe de cair como miserável cativo da avareza, João Barbosa era conhecido em Parati pela sua generosidade.
Na aldeia chamada Aparição, não longe de Parati, um sócio e companheiro seu no negócio, fora vítima de um assassinato. A notícia abalou profundamente a João, causando surpresa e grande comoção na sua já tão abalada alma. João Barbosa estava maduro e resoluto para a vida religiosa.
Livre de todos os bens terrenos, no dia 8 de novembro de 1704, João Barbosa apresentou-se à portaria do antigo Convento de São Bernardino de Sena, em Angra dos Reis. Foi admitido como noviço. No dia 12 de novembro de 1705, João Barbosa mudou o nome de João para Fabiano e o de Barbosa pelo de Cristo, passando a ser Frei Fabiano de Cristo.
No final do ano de 1705, foi transferido de Angra dos Reis para o Rio de Janeiro para ser o porteiro do Convento de Santo Antônio. Três ou quatro anos mais tarde, deixou a portaria do convento para desempenhar uma nova função, que consumiria os 38 anos restantes de sua vida - a de enfermeiro.
Embora não tivesse preparação especial para a função de enfermeiro, a caridade e o esforço pessoal substituíam as deficiências. No tratamento aos enfermos, se evidenciava sua caridade. Praticamente levava sua vida junto aos doentes, a tal ponto que nem sequer tinha um quarto próprio.
Por longo tempo, contentava-se em dormir em qualquer lugar da enfermaria, para que, dia e noite, pudesse estar à disposição dos doentes.
Andava rezando na enfermaria com os pés descalços, alegando que, com as sandálias, acordaria os enfermos. Afirmava que era necessária a observância do silêncio. Por mais que procurasse ocultar, muitos testemunharam suas virtudes, exemplificadas na humildade, obediência e na dedicação.
Com o correr do tempo, o corpo de Frei Fabiano foi sentindo o peso da idade e dos sacrifícios, na forma de sofrimentos físicos que o crucificaram por mais ou menos 30 anos. A causa inicial desses sofrimentos foi uma erisipela, que causava inchação e cruciantes sofrimentos nas pernas, acentuadamente na esquerda, qualificada como mais que monstruosa. Na perna direita se lhe originou uma grande e horrorosa chaga, que vertia continuamente copioso pus. Ainda nas pernas, sofreu em seguida de outro incômodo não menos doloroso: um quisto.
Frei Fabiano atingira a casa dos 70 anos de idade. O mês de outubro de 1747 trouxe agravamento em seu estado de saúde. Desde o dia 14, Frei Fabiano já anunciava que partiria em três dias. Nesses três dias, Fabiano, na enfermaria, alenta ânimos desfalecidos. Beija crianças. Afaga velhos abatidos pela dor. Encoraja os que choram. Ampara os desesperançados.
Tal como ele próprio havia previsto, desencarna no dia 17 de outubro de 1747.
Na quarta-feira, dia 18 de outubro, desde o amanhecer até às dez horas da noite, a população da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro acorreu ao Convento de Santo Antônio, com exclamações de Vamos ver o Servo de Deus, Frei Fabiano.

Fonte: Boletim do Grupo Espírita Fabiano, de setembro/outubro 2009.
.

Horário de atendimento do Lar Fabiano: todos os dias da semana às 18:00 horas; nas terças, às 16:00 horas e nas quintas às 20:00 horas. 
Endereço: Santa Tecla, 624 - Fone: 053 3222-8887.

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Reflexões sobre o Carnaval



CARNAVAL
– O carnaval vai se transformar ou será extinto?
Raul Teixeira: O carnaval não precisa entrar em extinção. Ele precisa voltar às bases da alegria verdadeira. As pessoas têm direito à distração e ao contentamento. Sabemos que as culturas permanecem, mas vão sendo transformadas de conformidade com as épocas.
De acordo com o tipo de Espíritos reencarnados em determinadas épocas, as festas culturais, herdadas de nossos ancestrais, vão tomando características diferentes. Isso ocorre com quaisquer festas, seja o Natal, o carnaval, a páscoa ou as festas juninas.
O carnaval hoje sofre, infelizmente, a predominância da viciação, da violência e da pornografia, em função dos Espíritos pervertidos que participam dessa loucura. Se olharmos para o lado da descontração sadia, da alegria verdadeira, é claro que é uma festa positiva. Nosso posicionamento não deverá ser contra essa festividade, que pode se dar em qualquer época do ano.
Devemos, sim, ensinar às criaturas a saber usar bem a sua liberdade e a oportunidade de ser feliz, mesmo que seja através dos folguedos do mundo, uma vez que para os espíritas conscientes não pode haver espaço para improdutivos radicalismos ou para a ignorância quanto aos níveis de entendimento ou de desenvolvimento de cada criatura.
Extraído da entrevista realizada na sede da SEF – Sociedade Espírita Fraternidade, publicada no jornal Correio Espírita em março de 2007. 

Programa Transição - Entrevista com Divaldo Franco





terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

FEB - Intolerância Religiosa

Notícias


IAB no Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa

No último dia 21 de janeiro a Secretaria de Direitos Humanos (SDH) da Presidência da República realizou uma comemoração ao Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. O evento contou com a participação de uma entidade da classe de advogados da Comissão Especial de Direito e Liberdade Religiosa do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB), representada pelo presidente Gilberto Garcia.
Ele defendeu a liberdade religiosa para todas as crenças e a importância da Rede de Proteção a Vítimas de Intolerância Religiosa (Reprovir) que, segundo o advogado, “será criada para resguardar todas as manifestações de fé lastradas no princípio constitucional do Estado laico brasileiro, que é a perspectiva que norteia a missão institucional do IAB”.
O Centro Espírita Auta de Souza, em Sobradinho II, região administrativa do Distrito Federal, sofreu um incêndio que destruiu parcialmente as dependências do centro e provocou ferimentos em uma vítima no dia 29 de janeiro de 2015. Um dos episódios recentes do Brasil que demostra a necessidade do país procurar formas de tratar as questões em torno da intolerância religiosa.
Centro Espírita Auta de Souza - Sobradinho - DF


quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Revista Reformador

                                             



A Revista Reformador de janeiro de 2016 apresenta matérias interessantes e elucidativas. Publicamos aqui o Editorial para nossa reflexão.

                 Novo calendário

Ano-Novo, vida nova, perspectivas, esperanças são palavras de ordem a percorrerem os sentimentos e vontades nesta época em que se inicia um novo calendário.

Ano que se renova é demonstração de que o tempo passa, independentemente da vontade dos homens, porque não é controlado por estes e, como tal, o bom senso indica que a melhor maneira de conviver com o tempo é aproveitá-lo enquanto passa.
Neste sentido, seu aproveitamento se faz pelas escolhas ensejadas, as quais podem permanecer as mesmas do ano que passou ou ser renovadas se necessário, porque o ano que se inicia é novo na relatividade temporal, mas os homens, na sua maioria, permanecem os mesmos sem se darem conta de que o tempo conclama a todos para mudanças e o progresso inexorável.
Ano-Novo é também convite a reflexões e análises de como estamos aproveitando esta dádiva que o Criador dispõe para as criaturas diuturnamente.
Nessas reflexões, cabem respostas a alguns questionamentos:
– Quais as preferências que temos tido enquanto o tempo passa e o ano se renova?
– Nossas preferências são para as coisas imanentes, fugazes, permanentes ou imediatistas?
Não podemos olvidar, em nossas cogitações, as palavras do Mestre Jesus, o Cristo: “O meu reino não é deste mundo” (João, 18:36). E, se assim fizermos, será que as nossas preferências ainda estarão voltadas, exclusivamente, para as coisas do mundo material, transitórias, ou por tudo que nos conduza a este reino anunciado?
Auguremos vida nova, bem-estar, e alimentemos as esperanças, sem, no entanto, esquecer as verdades imorredouras que Jesus nos revelou e vivenciou em plenitude, como ninguém jamais o fez, para que o ano-novo nos proporcione refrigério, paz, confiança, fé e esperança.
Assim, diante do ano que se inicia, sejamos aqueles trabalhadores, chamados à última hora, que souberam aproveitar o pouco tempo que lhes restava, antes do final do dia, porque preferiram laborar solidários, tolerantes e, por isso mesmo, foram exitosos.
O trabalho com Jesus é impessoal, mas comum a todos.
Prossigamos confiantes, serenos e destemidos no caminho indicado por Jesus que nos conduzirá para as verdades e para a vida libertadora.
Feliz Ano-Novo!