Comunicamos que a nossa irmã, trabalhadora dedicada do Lar Fabiano de Cristo, EUNICE EISFELD, desencarnou no dia de hoje.
Está sendo velada na Capela 1 Ecumênico, no Cemitério São Francisco de Paula, e
o sepultamento será às 22 horas. Lembramos a todos que nessa hora difícil, as
preces são fundamentais a esse Espírito na viagem que está realizando de volta
para casa.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
Mensagem de Esperança para o Brasil
"Irmãos queridos!
Diante
dessa crise que se abate sobre nosso povo, face a essa onda de pessimismo que
toma conta dos brasileiros, frente aos embates que o país atravessa, nós, os
seus companheiros trazemos na noite de hoje a nossa mensagem de fé e de coragem
e estímulo. Estamos irradiando-a para todas as reuniões mediúnicas que estão
sendo realizadas neste instante, de norte a sul do Brasil.
Durante vários dias estaremos repetindo
a nossa palavra, a fim de que maior número possível de médiuns possa captá-la.
Cada um destes que sintonizar nesta faixa vibratória dará a sua interpretação,
de acordo com o entendimento e a gradação que lhe forem peculiares.
Estamos convidando todos os espíritas
para se engajarem nesta campanha.
Há urgente necessidade de que a fé, a
esperança e o otimismo renasçam nos corações. A onda de pessimismo, de
descrédito e de desalento é tão grande que, mesmo aqueles que estão bem
intencionados e aspirando a realizar algo de construtivo e útil para o país, em
qualquer nível, vêem-se tolhidos em seus propósitos, sufocados nos seus
anseios, esbarrando em barreiras quase intransponíveis.
É preciso modificar esse clima
espiritual. É imperioso que o sopro renovador de confiança, de fé nos altos
destinos de nossa nação varra para longe os miasmas do desalento e do desânimo.
É necessário abrir clareiras e espaços para que brilhe a luz da esperança.
Somente através da esperança
conseguiremos de novo, arregimentar as forças de nosso povo sofrido e cansado.
Os espíritas não
devem engrossar as fileiras do desalento. Temos o dever inadiável de transmitir
coragem, infundir ânimo, reaquecer esperanças e despertar a fé.
Ah! A fé no nosso futuro! A certeza de
que estamos destinados a uma nobre missão no concerto dos povos, mas que a
nossa vacilação, a nossa incúria podem retardar. Responsabilidade nossa. Tarefa
nossa. Estamos cientes de tudo isto e nos deixamos levar pelo desânimo, este
vírus de perigo inimaginável.
O desânimo e seus companheiros, o
desalento, a descrença, a incerteza, o pessimismo, andam juntos e contagiam,
muito sutilmente, enfraquecendo o indivíduo, os grupos, a própria comunidade.
São como o cupim a corroer, no silêncio, as estruturas. Não raras vezes,
insuflado por mentes em desalinho, por inimigos do progresso, por agentes do
caos, esse vírus se expande e se alastra, por contágio, derrotando o ser humano
antes da luta.
Diante desse quadro de forças negativas
tornam-se muito difíceis quaisquer reações. Portanto, cabe aos espíritas o
dever urgente de lutar pela transformação deste estado geral.
Que cada Centro, cada grupo, cada
reunião promova nossa campanha. Que haja uma renovação dessa psicosfera sombria
e que as pessoas realmente sofredoras e abatidas pelas provações rudes,
encontrem em nossas Casas um clima de paz, de otimismo e de esperança! Que
vocês levem a nossa palavra a toda parte.
Aqueles que possam fazê-lo, transmitam-na
através dos meios de comunicação, precisamos contagiar o nosso Movimento com
estas forças positivas, a fim de ajudarmos efetivamente o nosso país a crescer
e caminhar no rumo do progresso. São essas forças que impelem o indivíduo ao
trabalho, a acreditar em si mesmo, no seu próprio valor e capacidade. São essas
forças que o levam a crer e lutar por um futuro melhor.
Meus irmãos, o mundo não é uma nau à
matroca. Nós sabemos que “Jesus está no leme” e que não iremos soçobrar. Basta
de dúvidas e incertezas que somente retardam o avanço e prejudicam o trabalho.
Sejamos solidários sim com a dor de
nosso próximo. Façamos por ele o que estiver ao nosso alcance. Temos o dever
indeclinável de fazê-lo, sobretudo transmitindo o esclarecimento que a Doutrina
Espírita proporciona. Mas que também a solidariedade exista em nossas fileiras,
para que prossigamos no trabalho abençoado, unidos e confiantes na preparação
do futuro de paz por todos almejado.
E não esqueçamos de que, se o Brasil “é
o coração do mundo”, somente será a “pátria do Evangelho” se este Evangelho
estiver sendo sentido e vivido por cada um de nós.
Eurípedes
Barsanulfo (Espírito)"
______________________________________
Mensagem do Espírito Eurípedes Barsanulfo,
psicografada pela médium Suely Caldas Schubert em 14 de setembro de 1983, no
Centro Espírita Ivon Costa, em Juiz de Fora, MG.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Brechó, Bazar e Passeio com os idosos - Lar Fabiano de Cristo
— Sim,
pois não está obrigado a nada, senão na proporção de suas forças.
Questão 685
– a) Mas o que fará o velho que precisa trabalhar para viver e não pode?
— O
forte deve trabalhar para o fraco: na falta da família, a sociedade deve
ampará-lo: é a lei da caridade.
(O Livro dos Espíritos – Allan Kardec)
sábado, 28 de novembro de 2015
Meditando com Emmanuel
Avancemos além
“Pelo que, deixando os rudimentos da doutrina do Cristo,
prossigamos até à perfeição, não lançando de novo o fundamento do
arrependimento de obras mortas.” – Paulo. (Hebreus, 6:1.)
Aceitar o poder de Jesus, guardar certeza da própria ressurreição além
da morte, reconfortar-se ante os benefícios da crença, constituem fase
rudimentar no aprendizado do Evangelho.
Praticar as lições recebidas, afeiçoando a elas nossas experiências pessoais de cada dia, representa o curso vivo e santificante.
O aluno que não se retira dos exercícios no alfabeto nunca penetra o luminoso domínio mental dos grandes mestres.
Não basta situar nossa alma no pórtico do templo e aí dobrar os joelhos reverentemente; é imprescindível regressar aos caminhos vulgares e concretizar, em nós mesmos, os princípios da fé redentora, sublimando a vida comum. Que dizer do operário que somente visitasse a porta de sua oficina, louvando-lhe a grandeza, sem, contudo, dedicar-se ao trabalho que ela reclama? Que dizer do navio admiravelmente equipado que vivesse indefinidamente na praia sem navegar? Existem milhares de crentes da Boa Nova nessa lastimável posição de estacionamento. São quase sempre pessoas corretas em todos os rudimentos da doutrina do Cristo. Crêem, adoram e consolam-se, irrepreensivelmente; todavia, não marcham para diante, no sentido de se tornarem mais sábias e mais nobres. Não sabem agir, nem lutar e nem sofrer, em se vendo sozinhas, sob o ponto de vista humano. Precavendo-se contra semelhantes males, afirmou Paulo, com profundo acerto: – “Deixando os rudimentos da doutrina de Jesus, prossigamos até à perfeição, abstendo-nos de repetir muitos arrependimentos porque então não passaremos de autores de obras mortas.” Evitemos, assim, a posição do aluno que estuda e jamais se harmoniza com a lição, recordando também que se o arrependimento é útil, de quando em quando, o arrepender-se a toda hora é sinal de teimosia e viciação.
Praticar as lições recebidas, afeiçoando a elas nossas experiências pessoais de cada dia, representa o curso vivo e santificante.
O aluno que não se retira dos exercícios no alfabeto nunca penetra o luminoso domínio mental dos grandes mestres.
Não basta situar nossa alma no pórtico do templo e aí dobrar os joelhos reverentemente; é imprescindível regressar aos caminhos vulgares e concretizar, em nós mesmos, os princípios da fé redentora, sublimando a vida comum. Que dizer do operário que somente visitasse a porta de sua oficina, louvando-lhe a grandeza, sem, contudo, dedicar-se ao trabalho que ela reclama? Que dizer do navio admiravelmente equipado que vivesse indefinidamente na praia sem navegar? Existem milhares de crentes da Boa Nova nessa lastimável posição de estacionamento. São quase sempre pessoas corretas em todos os rudimentos da doutrina do Cristo. Crêem, adoram e consolam-se, irrepreensivelmente; todavia, não marcham para diante, no sentido de se tornarem mais sábias e mais nobres. Não sabem agir, nem lutar e nem sofrer, em se vendo sozinhas, sob o ponto de vista humano. Precavendo-se contra semelhantes males, afirmou Paulo, com profundo acerto: – “Deixando os rudimentos da doutrina de Jesus, prossigamos até à perfeição, abstendo-nos de repetir muitos arrependimentos porque então não passaremos de autores de obras mortas.” Evitemos, assim, a posição do aluno que estuda e jamais se harmoniza com a lição, recordando também que se o arrependimento é útil, de quando em quando, o arrepender-se a toda hora é sinal de teimosia e viciação.
terça-feira, 24 de novembro de 2015
sábado, 21 de novembro de 2015
Bazar Beneficente
O LAR ESPÍRITA ASSISTENCIAL
IRMÃO FABIANO DE CRISTO promove mais um Bazar da Solidariedade.
Abertura: dia 24 de Novembro, terça-feira às 10 horas da manhã.
Endereço: Rua General Neto, n° 921 (entre XV de Novembro e Anchieta).
Contamos com sua presença!
"Compre um presente e
doe um prato de sopa a um idoso carente."
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Para a nossa reflexão...
Terrorismo
A Hidra de Lerna, da mitologia
grega, na sua insaciável sede de sangue, ressurge, na atualidade,
multiplicando-se em forma do hediondo terrorismo. Os fantasmas do medo, da
revolta, das lutas sem quartel, corporificam-se nas massas alucinadas gritando
por vingança, sem se importar com o número de vidas que sejam estioladas, nem
com as formas cruentas a que sejam submetidas.
Os direitos do homem e da mulher,
dolorosamente conseguidos ao largo da História, cedem lugar ao abuso do poder
desenfreado, da loucura fanática de minorias infelizes, que acendem o estopim
do barril de pólvora dos ódios mal contidos. Entre as elevadas conquistas do
desenvolvimento ético e moral da Terra, destaca-se a liberdade, representada
nas organizações políticas pelos regimes democráticos, veladores da honra de
bem viver e deixar que os demais também o vivam. Dentre esses direitos inalienáveis,
a liberdade de expressão alcançou nível superior para o comportamento
humano.
Não há, portanto, limite sagrado ou profano, proibido ou permitido, dependendo, exclusivamente, do estágio intelecto-moral da sociedade e dos seus cidadãos, que optarão pelo ético, pelo saudável e pelo favorável ao desenvolvimento espiritual da humanidade. Sofista por excelência e ético na sua essência, Sócrates defendia a liberdade de expressão num período de intolerância e de sujeição, de arbitrariedades, que ele condenava, havendo pago com a nobre existência a elevada condição de exaltar a beleza e a verdade.
Não há, portanto, limite sagrado ou profano, proibido ou permitido, dependendo, exclusivamente, do estágio intelecto-moral da sociedade e dos seus cidadãos, que optarão pelo ético, pelo saudável e pelo favorável ao desenvolvimento espiritual da humanidade. Sofista por excelência e ético na sua essência, Sócrates defendia a liberdade de expressão num período de intolerância e de sujeição, de arbitrariedades, que ele condenava, havendo pago com a nobre existência a elevada condição de exaltar a beleza e a verdade.
Jesus, na sua ímpar condição,
respeitou essa gloriosa conquista – a liberdade de expressão – não se
permitindo afetar pelos inditosos comportamentos dos seus opositores
contumazes… E fez- -se vítima espontânea da crueldade e do primarismo daqueles
que o temiam e, por consequência, o odiavam. Legou-nos, no entanto, no
memorável discurso das bem-aventuranças as diretrizes éticas para a conquista
da existência feliz através da aquisição da paz. Em momento algum limitou,
excruciou ou lutou contra o amadurecimento espiritual do ser humano. Sua
doutrina, conforme previra, foi submetida ao talante dos poderes temporais e
transformada em arma terrorista esmagadora que dominou as massas humanas por
longos séculos de medo e de horror Há pouco mais de 200 anos, no entanto,
a França e, logo depois, os Estados Unidos da América do Norte desfraldaram a
bandeira dos direitos à liberdade, à igualdade e à fraternidade. E houve, desde
então, avanços incontestes no comportamento dos povos, diversas vezes afogados
no sangue dos seus filhos em insurreições internas, em guerras internacionais,
embora muitos interesses subalternos, para que lhes fossem preservados esses
soberanos direitos.
Os temperamentos primários, porém,
ainda predominantes em expressivo número de Espíritos rebeldes, incapazes
de compreender os valores humanos, têm imposto a sua terrível e covarde adaga
em atos de terrorismo, tendo como pano de fundo as falsas e mórbidas confissões
políticas e religiosas, que dizem abraçar, espalhando o caos, o terror, nos
quais se comprazem.
A força das suas armas destrutivas
jamais fixará os seus postulados hediondos, pois que sempre enfrentarão outros
grupelhos mais nefastos e sanguinários que os vencerão. Após o triunfo de um
bando de bárbaros por um tempo e ei-los desapeados da dominação por dissidentes
não menos cruéis…
Assim tem sido na História em todos
os tempos. Os mongóis, por exemplo, conquistaram a Índia, embelezaram-na,
realizaram esplendorosas construções como o Taj Mahal, pelo imperador Shah
Jahan, a fortaleza dita inexpugnável guardando a cidade e as minas de diamantes
da Golconda, enquanto se matavam para manter-se ou para conquistar o trono –
filhos que assassinaram os pais ou os encarceraram, ou os enviaram para o
exílio, como era hábito em outras nações – para depois sucumbirem sob o guante
de outros voluptuosos dominadores mais hábeis e mais selvagens.
Criaram armas terríveis, como os
foguetes com lâminas aguçadas e os imensos canhões, terminando vencidos, após
algumas glórias, pelas tropas inglesas que invadiram o país, submetendo-o por
mais de um século ao Reino Unido, desde o reinado de Vitória. Mais tarde, a
grandeza moral do Mahatma Gandhi, com a sua misericordiosa não violência,
libertou-a, restituindo-a aos seus primitivos filhos. Nada obstante, após o seu
assassinato, a Índia continuou e permanece até hoje vítima do terrorismo
político e religioso desenfreado, sem a bênção da paz, a dileta filha do amor.
Somente quando o amor instalar-se no
coração do ser humano é que o terrorismo perverso desaparecerá e os cidadãos de
todas as pátrias e de todas as confissões religiosas se permitirão a vera
liberdade de pensamento, de palavra e de ação. Com efeito, esse sublime
sentimento não usará da glória da liberdade para denegrir ou punir pelo
ridículo, porque respeitará todos os direitos que a Vida concede àqueles que
gera e mantém. Para que esse momento seja atingido, faz-se urgente que todos,
mulheres e homens de bem, religiosos ou não, mantenham-se em harmonia,
respeitem-se mutuamente e contribuam uns para a plenitude dos outros.
Infelizmente, porém, na atualidade,
em que predominam o individualismo, o consumismo, o exibicionismo, espú- rios
descendentes do egoísmo, facções terroristas degeneradas disseminarão na Terra
o crime e o pavor, até que seus comandantes e comandados sejam todos exilados
para mundos inferiores, compatíveis com o seu estágio de evolução. Merece,
igualmente, neste grave momento, recordar a frase de Jesus: – Eu venci o mundo!
(João, 16:33.) Todos desejam, por ignorância, vencer no mundo. Ele não foi
um vitorioso no cenário enganoso do mundo, mas o triunfador sobre todas as suas
ainda perversas injunções. O terrorismo passará como todas as vitórias da
mentira, das paixões inferiores e da violência, porque só o amor é portador de
perenidade.
Vianna de Carvalho
(Página psicografada pelo médium
Divaldo Pereira Franco, na sessão mediúnica da noite de 7 de janeiro de 2015,
(quando ocorreu o ataque terrorista em Paris), no Centro Espírita Caminho da
Redenção, em Salvador, Bahia.)
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