PARA O PÚBLICO
DIA: 06.11.2015 – Sexta -feira
HORÁRIO: das 13h30 às 16h
PARTICIPE!
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
terça-feira, 3 de novembro de 2015
Novembro Azul
“O mês de novembro é
dedicado à campanha nacional para conscientizar os homens sobre a exames que
previnem o câncer na próstata. Façam exames preventivos!
FEB a
favor da vida!”
domingo, 1 de novembro de 2015
Reflexão Dia de Finados
PESOS
INÚTEIS
Quanto
mais a ciência biológica estuda as estruturas íntimas dos seres vivos, mais
claramente constata que os fenômenos nascimento e morte são etapas de um
processo natural da vida. Mesmo assim, nos agarramos à ideia de que somos
separados da Natureza e encaramos a morte como o fim de tudo, numa visão
isolada, desumana e insuportável de conceber.
Não
nos auxilia em nada considerar a morte um adversário porque mesmo assim, ela
continuará fazendo parte de nossa existência. E ao tentar negá-la, estaremos
nos distanciando ainda mais da realidade integral.
Todavia,
ao provar o sentimento de perda, passamos por uma das maiores experiências como
seres humanos: somos impulsionados a uma intensa reflexão, conseguindo, a
partir daí, observar melhor as verdades transcendentais da Vida.
Nada
se perde no Universo do “Todo-Poderoso”, tudo se transforma de modo
maravilhoso, e com o passar do tempo aprendemos a entender e a aceitar a morte,
numa visão harmônica e translúcida.
Em
verdade, a morte física não nos tira a vida, mas simplesmente faz com que
passemos a transitar por novos caminhos. E como não temos a posse sobre os
outros, ou melhor, as pessoas não nos pertencem, a Vida Maior constantemente
nos coloca à disposição situações e lugares novos, nos mais diversos planos
existenciais, para que possamos nos enriquecer com as múltiplas experiências.
Somos
nômades do Universo, viajantes das vidas sucessivas, na busca do
aperfeiçoamento.
Há
inconformados que sofrem por longo tempo a perda de pessoas amadas que passaram
para outros níveis espirituais. É realmente aflitiva a saudade mesclada na dor,
que abala a alma daquele que vê partir seus entes queridos. Ainda que a dor seja
intensa, o homem deve ser honesto consigo mesmo, buscando continuamente uma percepção
mais precisa dos processos pessoais de “não-aceitação” em face da morte e uma
conscientização do porquê dos sentimentos de rejeição que o mantêm preso a um
constante círculo de pensamentos inconformistas.
Certos
indivíduos sentem profunda culpa se não chorarem e não se lastimarem
indefinidamente, porque acreditam que as pessoas poderão julgá-lo como desumano
e desprovido da capacidade de amar os familiares que partiram.
Outros,
por terem atitudes conservadoras e limitantes a respeito da afetividade, cultuam
falecidos entes queridos para sempre, como se não existisse mais ninguém para
amar. Exageram numa época de grande felicidade, não acreditam que possam ter ainda reencontros alegres e
vivem amarrados no passado propositadamente.
Por
medo da solidão, certas criaturas lamentam de forma ininterrupta a privação de
seus parentes, num fenômeno quase que inconsciente, para chamar a atenção de
outros familiares, a fim de que estes supram suas carências afetivas e suas
necessidades básicas de consideração.
Diversas
pessoas que já atravessaram leves crises de melancolia, ficam sujeitas a períodos
angustiantes ainda mais longos e agravados, quando perdem seus afetos. Sem se
dar conta de que, se examinassem com mais cuidado as matrizes dos seus estados
depressivos, melhorariam sensivelmente, a que, por projetarem; e que, por
projetarem a causa de sua aflição, apenas sobre a perda, sofrem muito sem a
mínima condição de vislumbrar a cura definitiva.
Existem
almas que passam a vida inteira ao redor de outras almas, cuidando delas. Por
não ter vida própria, estão sujeitas a um grau de dependência e apego enorme.
Cultivam a dor como pretexto para sentir-se mais vivas e mais estimuladas,
porque tudo que lhes restou foi agarrar-se às lembranças dolorosas na crença de
que não podem mais parar de sofrer pela separação dos seres amados.
Nossos
sentimentos resultam dos processos de nossas percepções, emoções e sensações
acumuladas ao longo das vidas pretéritas e da vida atual, e é através deles que
temos toda uma forma peculiar de sentir e agir.
Não
obstante, analisando nossos sentimentos de perda e interpretando os reais
fundamentos de nossas dores, poderemos nos conscientizar se estamos agravando
ou não “nosso sentir”. As dores da separação de filhos, cônjuges, irmãos e amigos
podem ser agravadas, se a elas juntarmos o sentimento de culpa, remorso,
dependência, conservadorismo, medo e não-aceitação.
Lembremo-nos,
porém, das palavras de Paulo: “E, quando este (corpo) mortal se revestir da
imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte
na vitória. Onde está, ó morte, o teu aguilhão?”
Façamos,
dessa forma, uma transubstanciação de nossos padecimentos e pesares, apartando
todos os “pesos inúteis", descartando-os e substituindo-os pelas “doces brisas”
dos ensinos da Vida Eterna. Agindo assim, veremos abrandar em pouco tempo nosso
coração turvado e pesaroso, que depois
se tornará verdadeiramente aliviado e translúcido.
(Do
livro Renovando Atitudes – Espírito Hammed, psicografia de Francisco do Espírito
Santo Neto)
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
O LIVRO ESPÍRITA
P - Qual a importância do Livro
Espírita no contexto doutrinário do Espiritismo?
R - O livro espírita é sempre um amigo
disponível para dialogar conosco, ensinando-nos o melhor caminho para a
aquisição da paz e da felicidade que aspiramos a encontrar.
P - Como você vê o movimento e o
trabalho de divulgação do Livro Espírita?
R - Um nobre esforço, a benefício da
criatura humana e de toda a comunidade.
INTERESSE CRESCENTE
P - Como explicar a grande procura e
interesse pelo Livro Espírita, sobretudo pelos jovens?
R - O homem, especialmente agora na
atualidade do mundo, sente a sede de conhecimentos superiores para facear os
problemas que lhe dizem respeito, no tocante aos seus próprios destinos de
espírito imortal, em experiências na Terra.
O PASSO MAIS SEGURO
P - Qual a sugestão literária que você
faria a quem deseja iniciar-se no estudo e conhecimento do Espiritismo?
R - O estudo meditado das obras de
Allan Kardec, a nosso ver, é o passo mais seguro.
MENSAGEM AOS DIVULGADORES
P - O que você gostaria de dizer aos
confrades que se dedicam com ideal na tarefa de difusão do Livro Espírita?
R - O esforço máximo e desinteressado
no bem aos outros, segundo nos parece, é sempre o maior apoio a nós mesmos.
LITERATURA ESPÍRITA INFANTIL
P - Existe algum programa elaborado
pela Espiritualidade Maior sobre a literatura espírita infantil, especialmente,
além das obras já existentes?
R - Os Benfeitores Espirituais que
tenho ouvido, acerca dos livros espíritas, destinados à preparação espiritual
da infância, são unânimes em afirmar que se encontram ao dispor dos amigos
reencarnados que se dedicam a produzi-los, com base na compreensão e no amor
aos pequeninos.
CULTURA DO CORAÇÃO
P - “Educação da Alma; Alma da
Educação”, você poderia comentar sobre esta frase de André Luiz?
R - O nosso amigo André Luiz costuma
imprimir uma nova expressão à frase, asseverando: “o coração da cultura é a
cultura do coração”, enfatizando a nossa necessidade de sublimar os próprios
sentimentos.
IMPORTÂNCIA DO EVANGELHO
P - Qual a importância do Evangelho de
Jesus para a Humanidade?
R - Creio que a importância do
Evangelho de Jesus, em nossa evolução espiritual, é semelhante à importância do
sol na sustentação de nossa vida física.
*Entrevista concedida ao confrade Aldo
Aguilar Bianco, em Uberaba, a 8/8/1983, e publicada no Boletim da Feira do
Livro Espírita, nº 4, setembro de 1983, São Carlos, SP, sob o título: “Chico
Xavier responde ao Boletim da FLE”.
Livro “Entender
Conversando” Psicografia: Francisco C. Xavier Autor Espiritual:
Emmanuel
Lembramos que, durante a Feira do
Livro em Pelotas, o nosso Posto de Vendas na Biblioteca do Lar Fabiano de
Cristo, dará 15% de desconto.
terça-feira, 27 de outubro de 2015
Ser espírita
"Ser espírita é estar consciente no templo, em casa, no trânsito, na fila, no telefone, na rua, sozinho ou no meio da multidão, na alegria ou na dor, na saúde ou na doença."
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
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