sábado, 18 de abril de 2015

Lançamento - O Livro dos Espíritos

DATA COMEMORATIVA AO LANÇAMENTO DO LIVRO DOS ESPÍRITOS – Allan Kardec
                                                                                   
                                                                                                                                  Foto: Museu da FEB 
                                                                                                                       (Federação Espírita Brasileira)
                                                                                                                

Surgiu em 18 de abril de 1857, representando um verdadeiro marco de luz que anunciava o advento de uma nova era: a era do Espírito. Nele se cumpre a promessa do Consolador, anunciada por Jesus. Até essa data identificamos um espiritualismo utópico, com bases empíricas e superficiais. Desde então vivemos um espiritualismo científico, baseado nas leis da natureza, à luz da lógica, que tem, em seu âmago, notável poder de renovação do ser humano. Como nos esclarece o Prof. J. Herculano Pires, quando o mundo se preparava para sair do caos das civilizações primitivas, apareceu Moisés, e de suas mãos surgiu a primeira revelação; mais tarde, quando a influência bíblica já havia modelado um povo e quando esse povo já se dispersava pelo mundo gentio, espalhando a nova lei, apareceu Jesus, e de suas palavras e exemplos surgiu o Evangelho, a segunda revelação. Assim como na Bíblia já se anunciava o Evangelho, também nesta aparecia a predição de um novo código, o do Espírito da Verdade; e o novo código surgiu pelas mãos de Allan Kardec , sob orientação do Espírito da Verdade, no momento exato em que o mundo se preparava para entrar numa fase superior de seu desenvolvimento. O Evangelho é a codificação que brilha no centro da tríade de revelações, tendo na figura do Cristo o sol que ilumina as duas outras, que lança a sua luz sobre o passado e o futuro. O "O Livro dos Espíritos" se divide em quatro livros: 
LIVRO PRIMEIRO - Que se refere a Deus, à criação e aos elementos gerais do universo.
LIVRO SEGUNDO - Versa sobre os espíritos, as reencarnações, as "existências", a vida espírita, a emancipação da alma e assuntos correlatos.
LIVRO TERCEIRO - Aborda leis morais. 
LIVRO QUARTO - Focaliza o tema esperanças e consolações.  
Ao analisarmos a codificação espírita ("O Livro dos Espíritos"; "O Livro dos Médiuns"; "O Evangelho segundo o Espiritismo"; "O Céu e o Inferno"; "A Gênese") , também chamada de "Pentateuco da Doutrina Espírita codificada por Allan Kardec ", somos levados a concluir que "O Livro dos Espíritos" é a espinha dorsal do Espiritismo, nele se encerra toda a Doutrina, e nos demais temos aclaramentos, elucidações, lições complementares que facilitam a compreensão.
O LIVRO DOS ESPÍRITOS, para que as suas lições permaneçam ao alcance de todos, foge da rígida sistemática da exposição filosófica, e, ao invés da terminologia rebuscada, utiliza- se de linguagem acessível e fácil. Assim não fora, a Doutrina estaria ao alcance somente de uma minoria privilegiada, fugindo de sua finalidade superior de redimir a Humanidade pelo Evangelho.
O LIVRO DOS ESPÍRITOS não se enquadra em nenhum dos sistemas, dentre os inúmeros existentes (filosófico, teológico, científico, etc.), no campo do conhecimento humano, pois, caso contrário, estaria subjugado às exigências e limitações dos mesmos. Por outro lado, observando a amplitude dos assuntos abordados e a profundidade com que os mesmos são analisados, podemos concluir, de certa forma, que "O Livro dos Espíritos" é em si um sistema.
O LIVRO DOS ESPÍRITOS, em seu aspecto didático, supera todas as dificuldades, ao ensinar através de perguntas e respostas. Nesse particular, vemos transparecer a habilidade do pedagogo, o Prof. Rivail. O Livro é apresentado de tal forma que a assimilação, embora em variados graus de profundidade, está ao alcance de todos. Uns assimilam mais, outros menos, e, por aproximações sucessivas, em leituras, meditações e vivência dos ensinamentos, vamos nos aprofundando a cada vez que o relemos. 
O LIVRO DOS ESPÍRITOS, no que tange à dialética empregada, elege o diálogo que, sem dúvida, é a forma mais válida para chegarmos às conclusões verdadeiras. As teses são apresentadas dando origem às antíteses, e, do confronto de ambas, surge uma harmonia síntese.
O LIVRO DOS ESPÍRITOS concentra- se em sua finalidade redentora, enfatizando em seus ensinamentos a necessidade da renovação moral, e, por isso, foge ao academismo, à abordagem de temas complexos, para, em linguagem simples, levar a todos a grande mensagem. O Livro dos Espíritos Lançado em Paris, França, em 1ª edição, a 18 de abril de 1857, sob o título de "Le Livre des Esprits". Inicialmente com 501 perguntas, tomou o aspecto definitivo com que atualmente o vemos, com 1019 questões, em sua 2ª edição, publicada em 18 de março de 1860. Nele estão contidos os princípios fundamentais do Espiritismo, tal como foram transmitidos pelos Espíritos Superiores a Allan Kardec, através do concurso de diversos médiuns. Seu conteúdo é apresentado em quatro partes: Parte primeira: · Das causas primárias com quatro capítulos: · De Deus; · Dos elementos gerais do Universo; · Da Criação;· Do Princípio Vital. Parte  segunda: · Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos com onze capítulos: · Dos Espíritos; · Da encarnação dos Espíritos; · Da Volta dos Espíritos, extinta a vida corpórea, à vida espiritual; · Da pluralidade das existências; · Considerações sobre a pluralidade das existências; · Da vida espírita; · Da volta do Espírito à vida corporal; · Da emancipação da alma; · Da intervenção dos Espíritos; · Dos três reinos. Parte ter eira: · Das leis morais com doze capítulos: · Da lei divina ou natural; · Da lei de adoração; · Da lei do trabalho; · Da lei de reprodução; · Da lei de conservação; · Da lei de destruição; · Da lei de sociedade; · Da lei de progresso; · Da lei de igualdade; · Da lei de liberdade; · Da lei de justiça, de amor e de caridade; · Da perfeição moral. Parte quarta: · Das esperanças e consolações com dois capítulos: · Das penas e gozos terrenos; · Das penas e gozos futuros. "O Livro dos Espíritos" não é somente a pedra fundamental ou marco inicial da nova codificação. Porque é o seu próprio delineamento, o seu núcleo central e ao mesmo tempo o arcabouço geral da doutrina. Examinando- o, em relação às demais obras de Kardec , que completam a codificação, verificamos que todas essas obras partem do seu conteúdo.  
Os princípios da Doutrina Espírita foram colhidos e codificados segundo o ensinamento ditados pelos Espíritos Superiores através de diversos médiuns, e posto em ordem por Allan Kardec.


Autor: Elio Mollo

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Preces pela Cláudia

O Lar Fabiano de Cristo solicita que unamo-nos em preces para que brevemente retorne a Cláudia, nossa companheira desaparecida desde o dia 09 de abril. Que Jesus e os Espíritos Protetores também unam-se para nos ajudar. Com muita fé, os amigos e a família aguardam por uma solução feliz...



sábado, 11 de abril de 2015

CIRURGIAS ESPIRITUAIS




Raul Teixeira responde:


Raul Teixeira: Quando falamos em cirurgias espirituais, temos que destacar aquilo que os Espíritos fazem e de que, muitas vezes, não temos consciência. Eles trabalham no campo do perispírito, utilizando-se dos recursos fluídicos do mundo espiritual e do poder mediúnico que a casa tem, em função do seu corpo de médiuns, e que nem ficamos sabendo. Quando passamos a saber, costumamos fazer em torno disso um verdadeiro carnaval. Então, surgem celeumas, discrepâncias, desentendimentos, jogos de interesse e cerimoniais plenamente desnecessários para o trabalho em questão.

Quando se tratar de cirurgias com utilização de instrumentos de perfuração ou corte, a casa espírita deverá todo cuidado possível porque essa não é a proposta da Doutrina Espírita. Com todo respeito devido aos médiuns curadores que utilizam as facas, canivetes, bisturis, serras, agulhas, etc, cumpre saibamos que não é essa a finalidade de um centro espírita, evitando, sempre que possível, semelhantes práticas em nossas instituições. Perfurações, cortes, extirpações de órgãos e tudo o mais nessa órbita são da alçada da medicina humana, e devemos respeito aos facultativos, respeito à ciência.

Temos à nossa disposição a fluidoterapia, que é uma forma de tratamento que os Espíritos nos ensinaram, conforme as referências de Allan Kardec, no cap. XIV, itens 32 e 33, de A Gênese, o que deve ser observado e realizado com profunda unção, identificando os princípios da fluidoterapia com as perfeitas leis da natureza.

Há, contudo, médiuns com possibilidade de realizar essas atividades de cura espiritual, sem que pertençam a centro espírita algum, mas quando pertencem, é comum haver muita indisciplina em torno desse tipo de atividade, porquanto são raros os dirigentes que não se põem extasiados diante dessa expressão mediúnica, passando a devotar aos médiuns uma perigosa veneração e por isso se sentem desencorajados de lhes chamar a atenção para a indispensável vigilância e a urgente renovação, enquanto atuam nos labores do bem ao próximo.

É muita gente que procura essa faceta mediúnica, é muita gente que a deseja e diversos são os médiuns que se dedicam a essa lida, mas que se sentem impossibilitados de vivenciar a disciplina que o Espiritismo propõe, e passam, em nome do exercício da caridade, a dedicar um tempo muito grande a essas práticas, deixando de lado o tempo precioso para os estudos indispensáveis para refletir em torno da sua própria atividade, para saber como atuam os Espíritos por seu intermédio, que objetivos têm eles ao se prestar a esse serviço; e por desconhecer o sentido da mediunidade para a vida dos médiuns, menosprezam os esforços da autorrenovação, conquanto se apoiem, quase sempre, numa visão distorcida do que seja a prática da caridade. Esse é um aspecto perigoso das práticas cirúrgicas nos centros espíritas. É certo que os Espíritos dedicados ao bem do próximo realizam verdadeiros prodígios sem que o saibamos. Outros dão-se a conhecer, mas investem recursos na melhoria íntima daqueles aos quais oferecem curas físicas, em nome do Senhor.

No Rio de Janeiro há instituições muito conhecidas que, como o Templo Espírita Tupyara, realizam respeitáveis trabalhos de tratamento de saúde física, que se tornaram dignos de confiança pelos resultados obtidos, em razão dos médiuns que lidam nesse labor serem instados às disciplinas e à boa conduta, para que possam merecer o auxílio dos Bons Espíritos. Realizam tratamentos cirúrgicos à distância sem que nenhum médium necessite furar ou cortar os pacientes. É comum que as pessoas sintam os resultados e as curas são realizadas, demonstrando, exatamente, aquilo que O Livro dos Médiuns nos ensina, ou seja, quando há mérito do enfermo e um médium em boas condições para a realização do fenômeno da cura, ela se dá.

Os indispensáveis cuidados que o centro espírita deverá ter são: primeiro, verificar se há médiuns com essas habilidades todas - que são raros - e, depois, que tipo de trabalho será chancelado pela instituição, em nome do Espiritismo. O tratamento da saúde alheia é algo de muita responsabilidade.

Quanto aos receituários, os Espíritos (segundo O Livro dos Médiuns) trabalham com o laboratório do mundo invisível. Diz Allan Kardec que os Espíritos não têm nenhuma pretensão de competir com os farmacêuticos e inventores de reconstituintes da Terra (O Livro dos Médiuns, cap. VIII, questão 13.ª, nota de Kardec), o que nos permite entender que o trabalho de lidar com as dificuldades da saúde humana, de tratá-la e medicá-la pertence à humana medicina.

O receituário mediúnico não deveria ser uma coisa realizada sem sentido, aberta ou escancarada, em que as pessoas com indisposição para ir ao médico, ou as que não desejam enfrentar as filas dos institutos de previdência, ou as que se valem dos motivos mais banais se alistam, por comodidade, no rol dos necessitados e vão ao centro espírita para que os Espíritos as mediquem. Naturalmente, os Espíritos não se negam a dar uma orientação, desde que haja razão de ser no pedido, restando saber se o centro espírita dispõe de um médium receitista conforme manda o figurino, ou se serão pessoas receitando placebos para enganar a boa fé dos consulentes, enquanto as reais enfermidades se vão agravando.

O fato de um médium ser psicógrafo não significa que ele tenha que ser um médium receitista. O receituário mediúnico é uma especialização que pode ser através da psicografia, da psicofonia, da inspiração ou da intuição. Não nos cabe, apenas por querer imitar outros grupos e instituições, "inventar" um médium receitista para atrair multidões, pois não é essa a função dessa expressão mediúnica. As consequências dessa "invenção" costumam ser muito danosas, muito dolorosas mesmo.

Quando se descobre que no centro espírita há médiuns com essa habilidade para o receituário mediúnico, aqueles que conseguem estabelecer contato psíquico com médicos desencarnados em prol dos necessitados humanos, então se deverá providenciar uma reunião para esse mister. O trabalho do médium Chico Xavier nesse caso é um exemplo muito interessante, pois se realizava uma reunião de estudos doutrinários, com os comentários dos participantes, enquanto o médium receitista, no caso, o próprio Chico, era situado numa outra sala, com a ajuda de um auxiliar, a fim de atender às solicitações que lhe chegavam, com os mais variados tipos de solicitação. No caso, deverão ser selecionados os pedidos de orientação para os casos de saúde. As leituras, estudos e comentários ajudarão a criar e a manter o clima de salutar vibração para que o receitista possa atender ao seu compromisso.

Essas atividades de receituário devem ser muito bem pensadas, para que não modifiquemos a proposta da doutrina espírita, em nome de um suposto movimento de caridade. É importante que não desenvolvamos uma ação de "descaridade" para com o Espiritismo, em nome da caridade.

A coordenação dos trabalhos doutrinários do centro espírita deverá persuadir, caso seja necessário, o médium a participar das reuniões de estudos, para que ele não se apresente como um livre atirador, nem fique à mercê dos inimigos desencarnados de todos os que, embora se dediquem ao bem, mostram-se relapsos ou negligentes com suas responsabilidades pessoais. Os médiuns, quaisquer que sejam, não podem visitar o centro espírita somente nos dias de reuniões mediúnicas, alegando não ter mais tempo para as demais atividades da instituição. Se não participa dos estudos, se não desenvolve disciplinas e se não participa de uma obra social em que teria chance de pôr em prática o seu discurso teórico, o resultado será o envolvimento na má inspiração, em razão da fuga deliberada da sintonia dos bons Espíritos. Esses são cuidados cabíveis a uma instituição espírita dinâmica e responsável.

Entrevista realizada na sede da SEF - Sociedade Espírita Fraternidade, publicada no jornal Correio Espírita em março/2007

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Homenagem ao nascimento de Chico Xavier



Francisco Cândido Xavier, ou Chico Xavier, foi o médium mais famoso e estimado, no Brasil e no exterior, e com maior tempo de atividade mediúnica. Nascido na cidade de Pedro Leopoldo, Minas Gerais, em 02 de abril de 1910, iniciou-se no Espiritismo aos 17 anos.


Auxiliado pelo irmão José Cândido Xavier, fundou o Centro Espírita Luiz Gonzaga, em maio de 1927. Em 8 de julho do mesmo ano, psicografou pela primeira vez, recebendo uma mensagem de 17 páginas, de um Espírito Amigo, e que versava sobre Deveres Espíritas.

Mas José Xavier adoeceu, vindo a falecer em seguida, e o médium, sempre assediado por multidões súplices e sofredoras e rodeado de amigos e admiradores, chegou a trabalhar sozinho, por muito tempo, entre perseguições e preconceitos, por absoluta falta de companheiros. 

No final de 1931, conheceu Emmanuel, seu luminoso guia, e a partir daí iniciou-se o que se pode chamar de "sublime ponte" entre o Céu e a Terra. Sob a sua orientação espiritual, Chico Xavier psicografou milhares de páginas de instrução, educação e consolo, ditadas por inúmeros Espíritos, e compiladas em quatrocentos e dois livros, sendo que o último, chamado "Degraus da Vida" (Cornélio Pires, Editora CEU), foi publicado em 1996.
Muitos deles foram traduzidos para outras línguas, quais o inglês, o espanhol e o esperanto.

A renda da venda dos livros, uma admirável fortuna, foi, desde o início, totalmente doada em favor de hospitais, asilos, orfanatos e outras Instituições Beneficentes, vivendo Chico Xavier de seu parco salário de humilde funcionário público.


A máxima de Jesus: "Dai de graça o que de graça recebestes" foi o lema deste formidável trabalhador cristão, no trato com o dinheiro havido de sua mediunidade abençoada.

Mesmo doente e em idade avançada, compareceu, sempre que possível, aos sábados à noite, no Grupo Espírita da Prece, para receber as centenas de pessoas que se comprimiam no local, ansiosas por uma palavra de carinho, que ele tinha sempre para todos, e por seu gesto de amor, uma característica especial: o beijo terno nas mãos que o procuravam.

Chico Xavier residiu por muitos anos em Uberaba, Minas Gerais, Brasil, desencarnando em 30/06/2002, por volta das 19:30, com a idade de 92 anos.
(Biografia do Site Espírita André Luiz)

Congresso Espírita em Gramado-RS


terça-feira, 31 de março de 2015

Desencarnação de Kardec

A  DESENCARNAÇÃO  DE  ALLAN  KARDEC


Foi em 31/3/1869, em Paris, com 64 anos, entre 11 e 12 horas, a desencarnação do Codificador da Doutrina Espírita, pelo rompimento de um aneurisma, em pleno labor de estudo e organização de novas tarefas espíritas e assistenciais, cumprindo, e muito bem, sua missão. O lema de Kardec era: Trabalho, Solidariedade e Tolerância.
Os despojos do Codificador, enterrados inicialmente no Cemitério de Montmartre, foram transferidos para o do Père-Lachaise em 31 de março de 1870, com esta frase esculpida no frontispício do dólmen de Allan Kardec: “Nascer, viver, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a Lei.”
 
Biografia de Allan Kardec

Hippolyte Leon Denizard Rivail, pseudônimo: Allan Kardec, (1804 – 1869) foi o codificador do Espiritismo. Nasceu a 3/10/1804 em Lyon, França. Tornou-se educador por 30 anos e foi autor de várias obras didáticas.
Em 1855, o prof. Rivail depara, pela primeira vez, com o fenômeno das mesas girantes. Passa então a observar e pesquisar esses fenômenos, aplicando o método experimental.
De 1855 a 1869, consagrou sua existência ao Espiritismo, sob a assistência dos Espíritos Superiores, estabelecendo as bases da Codificação Espírita, em seu tríplice aspecto: Filosofia, Ciência e Religião.
Além das obras básicas da Codificação, contribuiu com outros livros de iniciação doutrinária, juntamente com a Revista Espírita. Fundou a Sociedade Parisense de Estudos Espíritas em 1858.
Com a máxima “Fora da Caridade não há salvação”, procura ressaltar a igualdade entre os homens, perante Deus, a tolerância, a liberdade de consciência e a benevolência mútua.
E a este princípio cabe juntar outro: “Fé inabalável é aquela que pode encarar a razão face à face, em todas as épocas da humanidade.” Foi denominado “o bom senso encarnado”.

Fonte: União das Sociedades Espíritas de São Paulo