quarta-feira, 12 de outubro de 2016

O futuro de uma criança vale todo o sacrifício



Nesta data especial, uma breve reflexão sobre nossas responsabilidades com a Infância.



O LIVRO DOS ESPÍRITOS - QUESTÕES SOBRE A INFÂNCIA
 379. O Espírito que anima o corpo de uma criança é tão desenvolvido quanto o de um adulto?
        — Pode mesmo ser mais, se ele mais progrediu, pois são apenas os órgãos imperfeitos que o impedem de se manifestar. Age de acordo com o instrumento de que se serve.
 380. Numa criança de tenra idade, o Espírito, fora do obstáculo que a imperfeição dos órgãos opõe à sua livre manifestação, pensa como uma criança ou como um adulto?
     — Enquanto criança, é natural que os órgãos da inteligência, não estando desenvolvidos, não possam dar-lhe toda a intuição de um adulto: sua inteligência, com efeito, é bastante limitada, até que a idade lhe amadureça a razão. A perturbação que acompanha a encarnação não cessa de súbito com o nascimento e só se dissipa com o desenvolvimento dos órgãos.
Comentário de Kardec:  Uma observação vem ao apoio desta resposta: é que os sonhos de uma criança não têm o caráter dos sonhos de um adulto; seu objeto é quase sempre pueril, o que é um indício da natureza das preocupações do Espírito.
381. Com a morte da criança o Espírito retoma imediatamente o seu vigor primitivo?
     — Assim deve ser, pois que está desembaraçado do seu envoltório carnal: entretanto, ele não retoma a sua lucidez primitiva enquanto a separação não estiver completa, ou seja, enquanto não desaparecer toda ligação entre o Espírito e o corpo.
382. O Espírito encarnado sofre, durante a infância, com o constrangimento imposto pela imperfeição dos seus órgãos?
      — Não; esse estado é uma necessidade;  natural e corresponde aos desígnios da Providência. É um tempo de repouso para o Espírito.
383. Qual é, para o Espírito, a utilidade de passar pela infância?
      — Encarnando-se com o fim de se aperfeiçoar, o Espírito é mais acessível durante esse tempo às impressões que recebe e que podem ajudar o seu adiantamento, para o qual devem contribuir os que estão encarregados da sua educação.
384. Por que os primeiros gritos da criança são de choro?
      — Para estimular o interesse da mãe e provocar os cuidados necessários. Não compreendes que, se ela só tivesse gritos de alegria, quando ainda não sabe falar, pouco se inquietariam com as suas necessidades? Admirai, pois, em tudo, a sabedoria da Providência.
 385. Qual o motivo da mudança que se opera no seu caráter a uma certa idade, e particularmente ao sair da adolescência? É o Espírito que se modifica?
     — É o Espírito que retoma a sua natureza e se mostra tal qual era.  Não conheceis o mistério que as crianças ocultam em sua inocência; não sabeis o que elas são, nem o que foram, nem o que serão; e no entanto as amais e acariciais como se fossem uma parte de vós mesmos, de tal maneira que o amor de uma mãe por seus filhos é reputado como o maior amor que um ser possa ter por outros seres. De onde vêm essa doce afeição, essa terna complacência que até mesmo os estranhos experimentam por uma criança? Vós sabeis? Não; e é isso que vou explicar.
      As crianças são os seres que Deus envia a novas existências e, para que não possam acusá-lo de demasiada severidade, dá-lhes todas as aparências de inocência. Mesmo numa criança de natureza má, suas faltas são cobertas pela não-consciência dos atos. Esta inocência não é uma superioridade real, em relação ao que elas eram antes; não, é apenas a imagem do que elas deveriam ser, e se não o são, é sobre elas somente que recai a culpa.
      Mas não é somente por ela que Deus lhe dá esse aspecto, é também e sobretudo por seus pais, cujo amor é necessário à fragilidade infantil. E esse amor seria extraordinariamente enfraquecido pela presença de um caráter impertinente e acerbo, enquanto, supondo os filhos bons e ternos, dão-lhes toda a afeição e os envolvem nos mais delicados cuidados. Mas quando as crianças não mais necessitam dessa proteção, dessa assistência que lhes foi dispensada durante quinze a vinte anos, seu caráter real e individual reaparece em toda a sua nudez: permanecem boas, se eram fundamentalmente boas, mas se irisam sempre de matizes que estavam na primeira infância.
      Vedes que os caminhos de Deus são sempre os melhores, e que, quando se tem o coração puro, é fácil conceber-se a explicação a respeito.
      Com efeito, ponderai que o Espírito da criança que nasce entre vós pode vir de um mundo em que tenha adquirido hábitos inteiramente diferentes; como quereríeis que permanecesse no vosso meio esse novo ser, que traz paixões tão diversas das que possuís, inclinações e gostos inteiramente opostos aos vossos; como quereríeis que se incorporasse no vosso ambiente, senão como Deus quis, ou seja, depois de haver passado pela preparação da infância? Nesta vêm confundir-se todos os pensamentos, todos os caracteres, todas as variedades de seres engendrados por essa multidão de mundos em que se desenvolvem as criaturas. E vós mesmos, ao morrer, estareis numa espécie de infância,  no meio de novos irmãos, e na vossa nova existência não terrena ignorareis os hábitos, os costumes, as formas de relação desse mundo, novo para vós, manejareis com dificuldade uma língua que não estais habituados a falar, língua mais vivaz do que o é atualmente o vosso pensamento.
       A infância tem ainda outra utilidade: os Espíritos não ingressam na vida corpórea senão para se aperfeiçoarem, para se melhorarem; a debilidade dos primeiros anos os torna flexíveis, acessíveis aos conselhos da experiência  e daqueles que devem fazê-los progredir. É então que se pode reformar o seu caráter e reprimir as suas más tendências. Esse é o dever que Deus confiou aos pais, missão sagrada pela qual terão de responder.
        É assim que  a infância é não somente útil,  necessária, indispensável mas ainda a  consequência natural das leis que Deus estabeleceu e que regem o Universo.





segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Reflexão - Câncer de mama



O câncer é uma doença que não se manifesta por dor e pode surgir em mulheres com ou sem histórico familiar. Por isso é importante participar desta iniciativa alertando outras mulheres a se prevenirem. A mamografia é fundamental para o diagnóstico do câncer de mama.
Mais idade, mais cuidados são necessários. O corpo é “o engenho divino”, no dizer do espírito Emmanuel. Essa página está no Livro da Esperança, psicografado por Francisco Cândido Xavier. E comenta o mentor espiritual do inesquecível Chico Xavier que, podemos fazer cirurgias, implantes, plásticas, mas, não temos outro corpo para comprar. Daí nossa responsabilidade em cuidar bem dele, instrumento do espírito.
Há casos de câncer em idosos, mas também em crianças e em jovens. A origem do câncer está no corpo espiritual, ou perispírito, que registra o passado que plantamos e se manifesta no corpo que temos. Daí porque crianças bem pequenas têm câncer e outras doenças que somente a reencarnação e a Doutrina Espírita explicam.
Cada um de nós é um espírito imortal, uma individualidade, o construtor de sua própria existência. A Terra é o planeta escola e hospital no qual estamos em tratamento de reabilitação para existências mais felizes. Entretanto, isto não é motivo de tristeza, ao contrário, estamos melhorando o nosso perispírito e tirando essas vestes doentes, no sentido espiritual para alçarmos voos mais altos e mais saudáveis.
Devemos agradecer a Deus pela oportunidade de reabilitação junto à Lei de Amor que, pela nossa ignorância, violamos. É motivo de alegria saber que estamos subindo alguns degraus e não mais nos comprometendo se cuidarmos desta existência. A Doutrina Espírita explica, esclarece, demonstra, consola, ampara, enfim, mostra a Misericórdia Divina agindo sempre em nosso favor, especialmente, nos momentos mais dolorosos.
É muito bom quando percebemos esse amor pedagógico agindo a nosso favor e não o castigo de Deus, como pensávamos outrora, equivocadamente.



sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Raul Teixeira completa 67 anos
Homenagem do Blogger a esse querido irmão.







Nascia no dia 7 de outubro de 1949, em Niterói – Rio de Janeiro, José Raul Teixeira, que é licenciado em física, mestre e doutor em educação e ainda professor aposentado da Universidade Federal Fluminense.
Raul Teixeira chegou ao Espiritismo aos 16 anos, e seu entusiasmo pela Doutrina o levou pouco depois a exposições de tribunas e gradualmente, se tornaria um orador espírita de fácil expressão no consolo de muitas criaturas em busca de respostas às suas inquietações.
O orador espírita é um dos fundadores da Sociedade Espírita Fraternidade, localizada em Niterói. A instituição mantém desde 1980, uma obra de Assistência Social Espírita denominada “Remanso Fraterno”, que atende a crianças e famílias socialmente carentes.
Suas obras mediúnicas somam quase quatro dezenas, portando orientações para os médiuns, os trabalhadores do Movimento Espírita, os jovens, a criança, o homem em geral…
Raul Teixeira sofreu um Acidente Vascular Cerebral – AVC na madrugada de 15 de novembro de 2011 durante um voo do Rio de Janeiro para Nova York, onde iniciaria um roteiro com diversas palestras.
A assistência espiritual a Raul foi intensa, por sugestão do benfeitor Camilo, que lhe inspirava calma e paciência, ficou consciente, no avião, após o AVC, pois se adormecesse poderia entrar em coma.
Raul foi hospitalizado ao desembarcar em Nova York, e assim que seu estado de saúde se estabilizou, voltou ao Brasil para seguir seu tratamento, que prossegue até os dias de hoje.
Mantém uma conduta serena diante do desafio que se apresenta.
As mais recentes notícias nos informam que seu tratamento evolui muito bem. A fala continua progredindo, de maneira animadora. Por ora, sua rotina diária está concentrada no tratamento.
Fonte: Jornal da Nova Era


Destacamos os livros:












quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Conhecendo a verdade sobre o Espiritismo...


Esta obra encerra, de forma compacta, uma introdução aos conceitos do Espiritismo e ao conhecimento do mundo invisível, um resumo da Doutrina Espírita, além de esclarecimentos em relação às principais dúvidas e objeções mais comuns que se levantam em relação à Doutrina Espírita.
Divide-se em três capítulos: o primeiro, sob a forma de diálogos com um crítico, um céptico e um padre, traz respostas àqueles que desconhecem os princípios básicos da Doutrina, bem como apropriadas refutações aos seus contraditores; o segundo capítulo expõe partes da ciência prática e experimental, caracterizando-se como um resumo de “O Livro dos Médiuns”; no terceiro capítulo é publicado o resumo de “O Livro dos Espíritos”, com a solução, apontada pela Doutrina Espírita, de problemas de ordem psicológica, moral e filosófica.
Uma leitura fundamental a todos os estudantes da Doutrina Espírita.







terça-feira, 4 de outubro de 2016

ORAÇÃO DE SÃO FRANCISCO - FAGNER



HOMENAGEM NESTA DATA, A FRANCISCO DE ASSIS - UM VERDADEIRO CRISTÃO QUE PRATICOU A CARIDADE COM  SERES HUMANOS E ANIMAIS. 
UM EXEMPLO A SER SEGUIDO.