O dia 31 de outubro – conhecido como Dia das Bruxas – será agora o Dia Nacional da Proclamação do Evangelho. Nesse dia “dar-se-á ampla divulgação à proclamação do Evangelho, sem qualquer discriminação de credo dentre igrejas cristãs”. A lei foi sancionada pela ex-Presidenta Sra. Dilma Rousseff. (Lei nº 13.246 de 12 de janeiro de 2016.)
E, no período de 1º até 20 de novembro, por ocasião da Feira do Livro da cidade de Pelotas/RS, na Praça Cel. Pedro Osório, o DECOM (Departamento de Comunicação) do Lar Fabiano de Cristo avisa que estará com o mesmo desconto da Feira em suas obras: doutrinárias, biografias, romances e infanto-juvenil.
Obs.: As vendas serão em nosso posto, na Rua Barão de Santa Tecla, 624, durante todos os dias.
Nesta data especial, uma breve reflexão sobre nossas responsabilidades com a Infância.
O LIVRO DOS ESPÍRITOS - QUESTÕES SOBRE A INFÂNCIA
379. O Espírito que anima o corpo de uma criança é tão desenvolvidoquanto o de um adulto?
— Pode mesmo ser mais, se ele mais progrediu, pois são apenas osórgãos imperfeitos que o impedem de se manifestar. Age de acordo com o instrumento de que se serve.
380. Numa criança de tenra idade, o Espírito, fora do obstáculo que a imperfeição dos órgãos opõe à sua livre manifestação, pensa como uma criança ou como um adulto?
— Enquanto criança, é natural que os órgãos da inteligência, nãoestando desenvolvidos, não possam dar-lhe toda a intuição de um adulto:sua inteligência, com efeito, é bastante limitada, até que a idade lhe amadureçaa razão. A perturbação que acompanha a encarnação não cessa de súbito com o nascimento e só se dissipa com o desenvolvimento dos órgãos.
Comentário de Kardec:Uma observação vem ao apoio desta resposta: é que os sonhos de uma criança não têm o caráter dos sonhos de um adulto; seu objeto é quase sempre pueril, o que é um indício da natureza das preocupações do Espírito.
381. Com a morte da criança o Espírito retoma imediatamente o seu vigor primitivo?
— Assim deve ser, pois que está desembaraçado do seu envoltório carnal: entretanto, ele não retoma a sua lucidez primitiva enquanto a separação não estiver completa, ou seja, enquanto não desaparecer toda ligação entre oEspírito e o corpo.
382. O Espírito encarnado sofre, durante a infância, com o constrangimento imposto pela imperfeição dos seus órgãos?
— Não; esse estado é uma necessidade; natural e corresponde aosdesígnios da Providência. É um tempo de repouso para o Espírito.
383. Qual é, para o Espírito, a utilidade de passar pela infância?
— Encarnando-se com o fim de se aperfeiçoar, o Espírito é mais acessível durante esse tempo às impressões que recebe e que podem ajudar o seu adiantamento, para o qual devem contribuir os que estão encarregados dasua educação.
384. Por que os primeiros gritos da criança são de choro?
— Para estimular o interesse da mãe e provocar os cuidados necessários.Não compreendes que, se ela só tivesse gritos de alegria, quando ainda nãosabe falar, pouco se inquietariam com as suas necessidades? Admirai, pois,em tudo, a sabedoria da Providência.
385. Qual o motivo da mudança que se opera no seu caráter a uma certa idade, e particularmente ao sair da adolescência? É o Espírito que se modifica?
— É o Espírito que retoma a sua natureza e se mostra tal qual era.Não conheceis o mistério que as crianças ocultam em sua inocência;não sabeis o que elas são, nem o que foram, nem o que serão; e no entanto asamais e acariciais como se fossem uma parte de vós mesmos, de tal maneiraque o amor de uma mãe por seus filhos é reputado como o maior amor queum ser possa ter por outros seres. De onde vêm essa doce afeição, essa ternacomplacência que até mesmo os estranhos experimentam por uma criança?Vós sabeis? Não; e é isso que vou explicar.
As crianças são os seres que Deus envia a novas existências e, para quenão possam acusá-lo de demasiada severidade, dá-lhes todas as aparênciasde inocência. Mesmo numa criança de natureza má, suas faltas são cobertaspela não-consciência dos atos. Esta inocência não é uma superioridade real,em relação ao que elas eram antes; não, é apenas a imagem do que elasdeveriam ser, e se não o são, é sobre elas somente que recai a culpa.
Mas não é somente por ela que Deus lhe dá esse aspecto, é também e sobretudo por seus pais, cujo amor é necessário à fragilidade infantil. E esseamor seria extraordinariamente enfraquecido pela presença de um caráterimpertinente e acerbo, enquanto, supondo os filhos bons e ternos, dão-lhestoda a afeição e os envolvem nos mais delicados cuidados. Mas quando ascrianças não mais necessitam dessa proteção, dessa assistência que lhes foidispensada durante quinze a vinte anos, seu caráter real e individual reapareceem toda a sua nudez: permanecem boas, se eram fundamentalmente boas,mas se irisam sempre de matizes que estavam na primeira infância.
Vedes que os caminhos de Deus são sempre os melhores, e que, quandose tem o coração puro, é fácil conceber-se a explicação a respeito.
Com efeito, ponderai que o Espírito da criança que nasce entre vóspode vir de um mundo em que tenha adquirido hábitos inteiramente diferentes;como quereríeis que permanecesse no vosso meio esse novo ser, que trazpaixões tão diversas das que possuís, inclinações e gostos inteiramente opostosaos vossos; como quereríeis que se incorporasse no vosso ambiente, senãocomo Deus quis, ou seja, depois de haver passado pela preparação dainfância? Nesta vêm confundir-se todos os pensamentos, todos os caracteres,todas as variedades de seres engendrados por essa multidão de mundos emque se desenvolvem as criaturas. E vós mesmos, ao morrer, estareis numaespécie de infância,no meio de novos irmãos, e na vossa nova existência não terrena ignorareis os hábitos, os costumes, as formas de relação desse mundo, novo para vós, manejareis com dificuldade uma língua que não estais habituados a falar, língua mais vivaz do que o é atualmente o vosso pensamento.
A infância tem ainda outra utilidade: os Espíritos não ingressam navida corpórea senão para se aperfeiçoarem, para se melhorarem; a debilidade dos primeiros anos os torna flexíveis, acessíveis aos conselhos da experiência e daqueles que devem fazê-los progredir. É então que se pode reformar o seucaráter e reprimir as suas más tendências. Esse é o dever que Deus confiouaos pais, missão sagrada pela qual terão de responder.
É assim que a infância é não somente útil,necessária, indispensável mas ainda a consequência natural das leis que Deus estabeleceu e que regem o Universo.
O câncer é uma doença
que não se manifesta por dor e pode surgir em mulheres com ou sem histórico
familiar. Por isso é importante participar desta iniciativa alertando outras
mulheres a se prevenirem. A mamografia é fundamental para o diagnóstico do
câncer de mama.
Mais
idade, mais cuidados são necessários. O corpo é “o engenho divino”, no dizer do
espírito Emmanuel. Essa página está no Livro da Esperança, psicografado por
Francisco Cândido Xavier. E comenta o mentor espiritual do inesquecível Chico
Xavier que, podemos fazer cirurgias, implantes, plásticas, mas, não temos outro
corpo para comprar. Daí nossa responsabilidade em cuidar bem dele, instrumento
do espírito.
Há
casos de câncer em idosos, mas também em crianças e em jovens. A origem do
câncer está no corpo espiritual, ou perispírito, que registra o passado que
plantamos e se manifesta no corpo que temos. Daí porque crianças bem pequenas
têm câncer e outras doenças que somente a reencarnação e a Doutrina Espírita
explicam.
Cada um de nós é um
espírito imortal, uma individualidade, o construtor de sua própria existência.
A Terra é o planeta escola e hospital no qual estamos em tratamento de
reabilitação para existências mais felizes. Entretanto, isto não é motivo de
tristeza, ao contrário, estamos melhorando o nosso perispírito e tirando essas
vestes doentes, no sentido espiritual para alçarmos voos mais altos e mais
saudáveis.
Devemos
agradecer a Deus pela oportunidade de reabilitação junto à Lei de Amor que,
pela nossa ignorância, violamos. É motivo de alegria saber que estamos subindo
alguns degraus e não mais nos comprometendo se cuidarmos desta existência. A
Doutrina Espírita explica, esclarece, demonstra, consola, ampara, enfim, mostra
a Misericórdia Divina agindo sempre em nosso favor, especialmente, nos momentos
mais dolorosos.
É
muito bom quando percebemos esse amor pedagógico agindo a nosso favor e não o
castigo de Deus, como pensávamos outrora, equivocadamente.
Nascia no dia 7 de outubro
de 1949, em Niterói – Rio de Janeiro, José Raul Teixeira, que é licenciado em
física, mestre e doutor em educação e ainda professor aposentado da
Universidade Federal Fluminense.
Raul Teixeira chegou ao Espiritismo aos 16 anos, e seu
entusiasmo pela Doutrina o levou pouco depois a exposições de tribunas e
gradualmente, se tornaria um orador espírita de fácil expressão no consolo de
muitas criaturas em busca de respostas às suas inquietações.
O orador espírita é um dos fundadores da Sociedade Espírita
Fraternidade, localizada em Niterói. A instituição mantém desde 1980, uma obra
de Assistência Social Espírita denominada “Remanso Fraterno”, que atende a
crianças e famílias socialmente carentes.
Suas obras mediúnicas somam quase quatro dezenas, portando orientações para os
médiuns, os trabalhadores do Movimento Espírita, os jovens, a criança, o homem
em geral…
Raul Teixeira sofreu um
Acidente Vascular Cerebral – AVC na madrugada de 15 de novembro de 2011 durante
um voo do Rio de Janeiro para Nova York, onde iniciaria um roteiro com diversas
palestras.
A assistência espiritual a Raul foi intensa, por sugestão do
benfeitor Camilo, que lhe inspirava calma e paciência, ficou consciente, no
avião, após o AVC, pois se adormecesse poderia entrar em coma.
Raul foi hospitalizado ao desembarcar em Nova York, e assim que
seu estado de saúde se estabilizou, voltou ao Brasil para seguir seu
tratamento, que prossegue até os dias de hoje.
Mantém uma conduta serena diante do desafio que se apresenta.
As mais recentes notícias nos informam que seu tratamento evolui muito bem. A
fala continua progredindo, de maneira animadora. Por ora, sua rotina diária
está concentrada no tratamento.
Esta
obra encerra, de forma compacta, uma introdução aos conceitos do Espiritismo e
ao conhecimento do mundo invisível, um resumo da Doutrina Espírita, além de
esclarecimentos em relação às principais dúvidas e objeções mais comuns que se
levantam em relação à Doutrina Espírita.
Divide-se em três capítulos: o
primeiro, sob a forma de diálogos com um crítico, um céptico e um padre, traz
respostas àqueles que desconhecem os princípios básicos da Doutrina, bem como
apropriadas refutações aos seus contraditores; o segundo capítulo expõe partes
da ciência prática e experimental, caracterizando-se como um resumo de “O Livro
dos Médiuns”; no terceiro capítulo é publicado o resumo de “O Livro dos
Espíritos”, com a solução, apontada pela Doutrina Espírita, de problemas de
ordem psicológica, moral e filosófica.
Uma
leitura fundamental a todos os estudantes da Doutrina Espírita.